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Preços disparam nos produtos agrícolas

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D.R.

O inverno prolongado originou fortes quebras na produção de alimentos. Por outro lado, o verão excessivamente quente fez aumentar o consumo de fruta

Se vai regularmente às compras já deve ter reparado que para encher o cabaz de frutas ou de legumes tem de deixar mais euros na caixa registadora do supermercado.

Este ano, alguns alimentos básicos podem custar mais 150% (caso da batata), 50% (tomate) ou 40% (feijão verde). Mas se formos à bancada da fruta, apesar de os aumentos serem mais contidos, o cenário continua inflacionado. A melancia e o melão estão 20% mais caros e noutros frutos, como a maçã ou a pera, os preços podem variar entre mais 15% a 20%, face aos que se praticavam em 2015 nesta altura do ano. Com a particularidade de estes dois últimos frutos ainda nem sequer terem começado a ser colhidos em grande escala.

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