Siga-nos

Perfil

Economia

Economia

“Vamos produzir Sagres em Angola”

  • 333

Francois-Xavier Mahot Presidente da Central de Cervejas e Bebidas (SCC)

António Bernardo

Com o consumo de cerveja em declínio, o tempo quente e a inovação ajudam na recuperação do negócio da Central. As vendas para Angola caíram 75%, o que leva a Sagres a começar a produzir localmente no início de 2017

Como é que este grande calor se tem refletido no negócio da Central?

As vendas de cerveja são afetadas por aspetos de curto e de longo prazo: o calor e o consumo. Este verão o tempo está melhor do que no ano passado, o que quer dizer que isso pode ajudar-nos a termos um bom desempenho. Em relação ao aspeto de longo prazo, nos últimos três anos assistimos a um declínio constante do consumo de cerveja em Portugal.

Porquê?

A categoria de cerveja tem de inovar e desenvolver mais oferta. As categorias que não conseguem fazer isso têm tendência para desaparecerem dos hábitos de consumo.

A maioria das vendas da Sagres é feita com as inovações ou com a cerveja tradicional?

Até agora tem sido com a Sagres branca, que representa mais de 90% das vendas. Isto significa que se podem desenvolver propostas como a Bohemia.

Leia mais na edição deste fim de semana