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António Ramalho vai mexer na gestão do Novo Banco

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António Ramalho quer dotar o banco de uma estratégia de longo prazo, mesmo com o processo de venda em curso

Luis Barra

Presidente do Novo Banco fará “ajustamentos seletivos” e quer mais um administrador executivo

Aterrou no antigo BES há uma semana, sexta-feira, 19 de agosto. Assumiu a presidência do Novo Banco quase em simultâneo com a aprovação do Banco Central Europeu (BCE). Não perdeu tempo e logo nesse dia reuniu-se com os diretores e escreveu aos trabalhadores. A mensagem é a de alguém que chegou para ficar — apesar de o Novo Banco se encontrar em processo de venda.

António Ramalho, que chegou a ser vice-presidente do BCP, quer aumentar a comissão executiva do Novo Banco para sete membros, sabe o Expresso (até agora eram seis). Além disso, haverá administradores não executivos e a presença de mulheres é quase certa.
Ao Expresso, o gestor não confirma as alterações à administração, porque a decisão de nomeação é do Fundo de Resolução. Apenas diz que “vai fazer ajustamentos seletivos na gestão”, não explicando o que isso vai implicar de diferente da gestão do seu antecessor Eduardo Stock da Cunha. Certo é que o administrador José João Guilherme pediu a demissão e sairá a 31 de agosto.

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