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Portugal atraído pelo jackpot do investimento público colombiano

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Rosário Marques, presidente executiva da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Colombiana, coordena a participação nacional na Expocamacol, a maior feira de construção da Colômbia

Alberto Frias

Plano de €75 mil milhões interessa a portugueses. Ministro vai a feira em Medellín

Um gigantesco jackpot de investimento, que pode chegar aos €75 mil milhões, está a ser divulgado pelo Departamento Nacional de Desenvolvimento da Colômbia. Trata-se de um vasto plano de infraestruturação que este país latino-americano pretende lançar até 2018 — abrangendo, entre outros, os sectores da habitação, obras públicas, transportes e comunicações. O plano já atraiu as atenções de 20 empresas portuguesas do sector da construção, que vão participar em Medellín, de 23 a 27 de agosto, na Expocamacol — Feira Internacional da Construção, Design e Arquitetura da Colômbia, onde Portugal é o país convidado da edição de 2016. A participação portuguesa na Expocamacol é coordenada pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Colombiana (CCILC) e conta com a presença do ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, na inauguração, marcada para 23 de agosto.

Depois da vaga de internacionalização portuguesa na Colômbia que expatriou para este país da América Latina a rede de lojas Ara da Jerónimo Martins, os projetos da farmacêutica BluePharma sediada em Coimbra, os centros comerciais criados pela parceria entre a Sonae Sierra e o empresário Olindo Oliveira (um dos herdeiros do Grupo Riopele), ou as operações de logística portuária do Grupo ETE, deverá surgir agora uma nova vaga de negócios ancorada no grande investimento público que a Colômbia programou até 2018.

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