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O que aconteceu aos homens da PT?

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Saiba o que aconteceu à elite de gestores e técnicos que fez da Portugal Telecom uma empresa de referência

Alberto Frias

Antigos gestores-estrela da outrora mais cobiçada empresa portuguesa emigraram, dedicaram-se a negócios pessoais, tornaram-se consultores independentes, ficaram em casa ou reformaram-se

Eram dos administradores mais bem pagos do país, tinham poder e prestígio, faziam parte da gestão de uma empresa que se orgulhava de ser uma das mais sofisticadas do sector no mundo: a Portugal Telecom (PT). É passado. A operadora entrou numa espiral de erros — as aplicações no Grupo Espírito Santo e a fusão com a brasileira Oi. E acabou vendida sem honra, nem glória, à franco-israelita Altice.

O que aconteceu à elite que governava a empresa nos últimos anos, sob a batuta de Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, ex-presidentes do grupo? Muitos emigraram (sobretudo os gestores com perfil mais técnico), outros dedicaram-se a negócios pessoais ou tornaram-se consultores independentes, alguns ficaram em casa ou reformaram-se. Os que emigraram foram sobretudo para empresas portuguesas ou da lusofonia. Dos que ficaram em Portugal mais do que um apostaram no imobiliário e turismo.

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