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A coqueluche ‘hi-tech’ dos bancos

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Pedro Fonseca, presidente e cofundador da Crowdprocess, exibe o cartão de visita do produto James

Tiago Miranda

Crowdprocess especializou-se num software que reduz crédito malparado. E está a ter forte procura

João Ramos

João Ramos

Jornalista

A Crowdprocess é uma startup portuguesa singular. Três anos após ter sido criada, já não depende dos investidores para sobreviver e são os potenciais clientes, os bancos, que batem à porta para comprar — e não o contrário.

Como foi isto possível? A empresa hospedada na Startup Lisboa desenvolveu um produto de software — o James — que tem dado provas de ajudar a resolver a principal dor de cabeça dos bancos: o crédito malparado. Não surpreende, por isso, que a Crowdprocess tenha ganho o prémio de melhor startup fintech (tecnológica financeira) da Europa de 2016 na conferência internacional Money20/20. Um galardão que ajudou a que a notoriedade da empresa fundada por Pedro Fonseca, João Menano e Sam Hopkins aumentasse junto do sector.

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