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Contributo da Galp para as exportações portuguesas baixou no primeiro semestre

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José Carlos Carvalho

Exportações da Galp na primeira metade do ano caíram de 1,75 mil milhões para 1,15 mil milhões de euros, penalizadas pela queda das cotações dos produtos refinados

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

O peso da Galp nas exportações portuguesas no primeiro semestre recuou de 7% para 5%, de acordo com as informações divulgadas esta sexta-feira pela empresa. Até junho a Galp exportou 1,15 mil milhões de euros.

O valor do primeiro semestre compara com 1,75 mil milhões de euros exportados de janeiro a junho de 2015. A queda em 2016 é justificada pela Galp com a descida das cotações internacionais dos produtos refinados.

Segundo a empresa, os Estados Unidos da América são o principal destino de exportação das refinarias de Sines e Matosinhos, com um peso de 20%

No que respeita à produção de petróleo, Carlos Gomes da Silva sublinhou a curva de aprendizagem que a Galp tem conseguido no Brasil, nomeadamente ao acelerar o tempo de alcance de picos de produção nas novas plataformas petrolíferas. Se antes cada navio-plataforma levava um ano e meio até operar a plena capacidade, agora a Galp consegue fazê-lo em menos de um ano.

Comentando o desempenho do primeiro semestre, o CEO da Galp notou que a empresa operou num "contexto bastante mais adverso que o do ano passado", apesar de na Península Ibérica ter havido uma recuperação da procura de combustíveis de aviação, o que poderá ser explicado pela maior procura turística do destino Portugal.