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Lucro da Impresa dispara 82,4% no primeiro semestre

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A Impresa, dona da SIC e do Expresso, registou um aumento de 82,4% do seu lucro líquido no primeiro semestre de 2016. Apesar da quebra de receitas, cresceu a rentabilidade do negócio de TV.

O lucro líquido da Impresa cresceu 82,4% no primeiro semestre de 2016, apesar da quebra das receitas do grupo, suportado numa melhoria dos resultados financeiros do grupo dono do Expresso e da SIC.

Os resultados financeiros negativos da Impresa tiveram uma melhoria de 37,2% ajudados pela renegociação das linhas de financiamento e redução da taxa de juro. O grupo registou ainda um abatimento das perdas cambiais de 1,6 milhões de euros. Em contrapartida, sofreu perdas dos investimentos financeiros das participadas, de 666 mil euros no primeiro semestre, nomeadamente a Lusa.

"A melhoria dos resultados líquidos atingidos neste primeiro semestre de 2016 e a manutenção das principais tendências permitem ao Grupo Impresa estimar um aumento dos resultados líquidos em 2016, bem como continuar a redução do passivo remunerado", refere o grupo de media em comunicado.

O lucro líquido da Impresa situou-se em 1,2 milhões de euros no primeiro semestre enquanto as receitas desceram 6,3% para 104,5 milhões de euros e o EBITDA-Earnings before Interests Taxes Depreciation and Amortization caiu 17,4% para 8,5 milhões de euros.

Os custos operacionais recuaram 5,1% para 96 milhões de euros.

No segundo trimestre, o lucro aumentou 5,1% para 3,7 milhões de euros, com as receitas a cair 7,9% e o EBITDA a recuar 11%.

Em termos de dívida líquida, desceu 2% para 196,6 milhões de euros entre janeiro e junho.

SIC em destaque

A SIC registou uma melhoria de 5,9% no EBITDA no segundo trimestre, e de 2,1% na primeira metade deste ano.

O canal de televisão generalista terminou o primeiro semestre com uma média de 18,1% de share, continuando a liderar o target comercial no horário nobre, com 22,3% de share.

A SIC Notícias consolidou o primeiro lugar nos canais de notícias com 2,1% de share.

Na área de publicações, o EBITDA foi positivo em 466 mil euros no segundo trimestre penalizado por custos de reestruturação, tendo sido negativo entre janeiro e junho.