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José de Matos: “Desvio de 3 mil milhões” é nas projeções, “não é um buraco” na CGD

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Marcos Borga

Referência feita pelo ministro das Finanças Mário Centeno estará relacionada com "os resultados e as perspectivas originais no plano de reestruturação" da CGD, diz José de Matos

O presidente demissionário da Caixa Geral de Depósitos (CGD), José de Matos, esclareceu esta tarde que o “desvio de 3 mil milhões de euros” a que o ministro das Finanças Mário Centeno fez referência numa audição anterior não representa “qualquer irregularidade nas contas” do banco.

“Há diferenças entre os resultados e as perspectivas originais no nosso plano de reestruturação. Falar em desvio é um tipo de termo que os nossos clientes têm alguma dificuldade em entender”, explicou José de Matos em resposta ao deputado do PSD Hugo Soares, recusando “interpretar o que o senhor ministro quis dizer”.

“Só posso considerar que é uma referência a uma diferença entre valores projetados inicialmente e valores verificados. Não há qualquer irregularidade nas contas da CGD. Temos uma compliance muito forte. Seria impossível esse tipo de situações”.