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Quartéis e cadeias sem dinheiro nem comida

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Uma fonte do Ministério da Defesa diz que a alimentação para as forças policiais é prioridade, 
sob pena de não cumprirem as suas funções básicas

Rafael Marchante / Reuters

Ministro angolano das Finanças foi à China para enquadrar projetos de 2 mil milhões de dólares

Gustavo Costa

Correspondente em Luanda

Há pouco mais de ano e meio, o dinheiro do petróleo ainda dava para Angola comprar (quase) tudo. Os dirigentes do MPLA, o partido no Governo, chegaram mesmo a sonhar construir, em Luanda, uma nova cidade do Dubai em África.

Agora, a torneira secou e o colapso financeiro da Sonangol — a principal fonte de alimentação da economia — privou o Estado dos recursos financeiros necessários para abastecer de comida as casernas das tropas governamentais.


“Nem nos momentos mais críticos da guerra com os sul-africanos passámos por tantas privações. Nas frentes de combate, nem o uísque faltava...”, recorda um oficial de infantaria, que participou na célebre batalha do Cuito Canavale, na província do Cuando-Cubango.

O desânimo já atingiu alguns especialistas em medicina que começam a pôr em causa a utilidade de um novo hospital, apetrechado com tecnologia de última geração, recentemente inaugurado no Moxico.

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