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Lesados do BES que avançaram para tribunal podem receber mais

Os clientes do papel comercial do Grupo Espírito Santo ainda aguardam um acordo final

Nuno Botelho

Solução está cozinhada, falta luz verde das Finanças para a criação de um fundo com capital garantido pelo Estado


Os detentores do papel comercial que adiram à solução apresentada, a 15 de junho, no Ministério das Finanças, pelo grupo de trabalho criado para o efeito só maximizarão a recuperação do seu investimento se tiverem agido judicialmente contra várias entidades entre as quais a Espírito Santo International (ESI) e a Rioforte (os emitentes da dívida). Podem fazê-lo até 3 de agosto, apesar de os tribunais terem encerrado ontem para férias, embora possam ser entregues notificações judiciais.

A solução está por fechar e, segundo apurou o Expresso, é possível que ainda sofra alterações por parte do Ministério das Finanças, que é quem tem de validar a proposta final a apresentar a estes lesados não qualificados. Questionado sobre quando poderá pronunciar-se, o Ministério das Finanças não respondeu.
No caso de os detentores de papel comercial da ESI e da Rioforte não terem acionado judicialmente as entidades que o emitiram, ou reclamado os seus créditos, poderão receber menos do que está neste momento em cima da mesa. Ou seja, receberão menos do que estava previsto, que era pelo menos 75% do montante aplicado, até um teto de €250 mil.

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