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Capitalização da Caixa poderá ser faseada

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Está em marcha um plano que prevê uma injeção de capital entre €2 mil milhões a €2,5 mil milhões na CGD. O resto chegará depois

O banco público não sai das manchetes dos jornais. Soube-se esta semana que a administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD), ainda liderada por José de Matos, como presidente-executivo, e Álvaro Nascimento, como presidente do conselho de administração, se demitiu. E só quer ficar em funções até 30 de julho. A nova equipa, dirigida por António Domingues, continua em linha de espera, aguardando a aprovação da idoneidade pelo Banco de Portugal, um processo que terá depois de seguir para o Banco Central Europeu.

A agitação não se ficou por aqui. O ministro das Finanças, Mário Centeno, atirou mais uma acha para a fogueira, ao afirmar, na quarta-feira, no Parlamento, que havia um desvio de cerca de €3 mil milhões face ao plano de negócios da Caixa de 2012. A revelação caiu como uma bomba e fez soar os alarmes quanto à necessidade de capital adicional do banco público, cujos valores admitidos têm andado entre €4 mil milhões e os €5 mil milhões.

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