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200 novas casas em condomínios de grande dimensão em Lisboa

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O edifício SottoMayor Residências já está em construção, numa obra promovida pela Coporgest, com conclusão prevista para final do próximo ano. O investimento de €60 milhões vai dar vida nova a um edifício que avançava há muito para o estado de degradação

Tiago Miranda

Apesar da escassez de imóveis de grande dimensão para reabilitar, a escala está a chegar ao centro da capital. Condomínios onde não faltam jardins e piscinas

Marisa Antunes

Jornalista

Dois grandes projetos residenciais, que somarão mais de duas centenas de apartamentos, vão surgir no coração de Lisboa, a escassos cinco minutos a pé um do outro: o edifício SottoMayor Residências, na Avenida Duque de Loulé, e o Convento de Santa Joana, perto do Hospital Santa Marta, serão os primeiros grandes condomínios a surgir no centro da capital.

A reabilitação, que tomou conta da cidade nos últimos três anos impulsionada por um conjunto de fatores como o boom turístico, os incentivos fiscais para estrangeiros ou a lei do arrendamento, tem envolvido vários edifícios mas nada até agora com esta dimensão. Uma escala que vai permitir incluir mais diversidade na oferta de produto. Ou seja, não só tipologias pequenas formatadas para estrangeiros que querem passar curtas temporadas em Portugal e no resto do ano colocar a casa no mercado de alojamento turístico, mas também casas maiores com quatro ou cinco quartos para quem quer adquirir para primeira habitação.

A ser comercializado há apenas dois meses, o SottoMayor Residências vendeu já 15% das unidades (cerca de 15 apartamentos) e apesar da amostra ser ainda reduzida, é notório o interesse dos compradores nacionais, afirma Nuno Durão, responsável pela Fine&Country Portugal, empresa especializada no mercado de luxo que em conjunto com a JLL está a comercializar este empreendimento. “Contrariando a tendência habitual da nossa carteira de clientes onde os estrangeiros representam 90% das vendas, no SottoMayor Residências os portugueses pesam já 50% nas vendas e os estrangeiros os outros 50%”, refere o responsável.


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