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Défice foi de 3,2% no primeiro trimestre de 2016

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Nos primeiros três meses do ano, as despesas das administrações públicas excederam as receitas em 1406 milhões de euros. Investimento cai 27,9% e encargos com juros 11,1%

Segundo as contas nacionais trimestrais por setor institucional relativas ao primeiro trimestre de 2016, hoje divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística, as administrações públicas fecharam os três primeiros meses do ano com um défice de 1406 milhões de euros, o equivalente a 3,2 do PIB.

Há um ano, o défice do primeiro trimestre de 2015 fora de 2345 milhões de euros, o equivalente a 5,5% do PIB.

Comparando os primeiros trimestres de 2016 e de 2015, as administrações públicas estão a receber sobretudo mais impostos indiretos (+9,3%) e contribuições sociais (+3,1%). No que toca às despesas, é sobretudo o corte do investimento (-27,9%) e dos encargos suportados com os juros (-11,1%) que justificam o controlo da despesa, já que as despesas com pessoal, as prestações sociais e os consumos intermédios estão a subir.

A meta do Governo para 2016 é um défice de 2,2% do PIB.