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Centeno diz que gestores e trabalhadores da CGD vão ganhar mais

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João Relvas

O ministro das Finanças, Mário Centeno, explica que o fim da aplicação do estatuto de gestor público "é apenas o primeiro passo de um conjunto de alterações que o Governo tem programado para a capitalização da Caixa Geral de Depósitos"

O ministro das Finanças , Mário Centeno, referiu hoje em conferência de imprensa que o fim da aplicação do estatuto de gestor público "é apenas o primeiro passo de um conjunto de alterações que o Governo tem programado para a capitalização da Caixa Geral de Depósitos".

Referia-se à aprovação em Conselho de Ministros, na quarta feira, do fim dos limites salariais para os os administradres do banco público.

E se os gestores de topo da CGD vão ter remunerações alinhadas com a média dos seus concorrentes, os trabalhadores também.

O objetivo, sublinha, é "colocar a Caixa nas mesmas circunstâncias dos seus concorrentes no mercado". E quanto aos trabalhadores referiu ainda que o objetivo "é que tenham um tratamento idêntico ao da concorrência". Ou seja, os trabalhadores da Caixa irão deixar de estar sujeitos aos cortes salariais e congelamento da progressão na carreira a que estavam sujeitos.

Centeno não referiu para quando se esperam estas alterações, remetendo as mesmas para o plano de reestruturação do banco público.

O ministro afirmou também que existe um conjunto de alterações que o Governo tem programado relativamente ao modelo de governação da Caixa cujo objectivo é garantir que o dinheiro a injectar pelo Estado gere resultados no banco e tenha um retorno efetivo.