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TAP já voa com o “novo” Embraer 190

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No mesmo dia em que a Embraer fez o voo inaugural da segunda geração do E190, o E190-E2, a TAP estreou o seu primeiro E190 com destino a Nice. O aparelho faz parte da renovação da frota regional da companhia, que contará com nove E190 e oito ATR 72, substituindo os Fokker 100

Esta segunda-feira, no primeiro dia em que voou nos céus da Europa, o Embraer 190 da TAP fez o voo Lisboa-Nice, regressou, efetuou a operação Lisboa-Barcelona-Lisboa e ainda voou para a cidade de Toulouse, onde pernoitou.

A entrada em serviço do E190, explica a TAP em comunicado, insere-se na estratégia de renovação da frota regional da companhia – que em breve contará com nove aeronaves E190 e oito ATR 72 – passando a operar sob a nova designação comercial TAP Express, em substituição da PGA e dos seus Fokker 100.

Recorde-se que os E190 pertenciam à Azul, transportadora aérea do Brasil liderada por David Neeleman, um dos acionistas da Atlantic Gateway, o consórcio que entrou no capital da TAP.

“Os novos E190 são aviões extremamente atuais, de tecnologia avançada e maior autonomia, que nos permitem abrir novas rotas e chegar a novos mercados, garantindo uma operação mais fiável e mais flexível, com melhores níveis de economia e eficiência. Com a sua entrada em serviço, a TAP Express passa a dispor da frota mais nova no segmento de mercado que serve, posicionando-se assim mais competitivamente face às congéneres”, afirma Fernando Pinto, presidente-executivo da TAP.

No mesmo dia, no Brasil, a Embraer anunciou ter realizado o primeiro voo do novo E190-E2O. O voo inaugural do modelo, que estava previsto acontecer apenas no segundo semestre, marca o início da campanha de certificação do E190-E2, o primeiro de três novos jatos da segunda geração de E-Jets. O E190-E2 está programado para entrar em serviço comercial em 2018.

Segundo a Embraer, o E190-E2 tem o mesmo número de assentos do atual E190, podendo ser configurado com 97 lugares em duas classes de serviço, ou 106 em classe única, e tem um alcance estendido em 800 quilómetros face ao E190 atual, permitindo que os operadores voem rotas com mais de cinco mil quilómetros.

“Desde que o programa dos E-Jets E2s foi lançado, em junho de 2013, a Embraer registou 640 compromissos de companhias aéreas e empresas de leasing: 267 são pedidos firmes e 373 são opções e direitos de compra. A família de E-Jets de aviões comerciais é líder na categoria de aeronaves até 130 assentos, com mais de 50% do mercado mundial. Os E-Jets da Embraer estão atualmente em serviço em cerca de 70 clientes em 50 países”, refere a fabricante brasileira em comunicado.