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O futuro do turismo passa por dar vida ao interior

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Promover a cultura e "riqueza do pratimónio que está disperso pelo país" é uma "bandeira" para a secrfetária de estado do turismo. Na foto, a Sé da Guardar

D.R.

Governo lança bases para a estratégia do turismo até 2027, que vão a discussão pública em todo o país

O Governo quer “promover o interior e desconcentrar a procura turística”, adianta a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho. “O turismo pode ser uma peça-chave e o motor de arranque na dinamização do interior”, defende, enfatizando a necessidade “de garantir turismo no país inteiro, levar as pessoas a conhecer melhor Portugal e criar motivos para ficarem mais tempo”. Um objetivo que cruza com alguns dos problemas do sector identificados no documento, associados ao tempo de permanência dos turistas. “Em Portugal os turistas ficam 2,8 dias em média, quando em Espanha ficam 3,3. A nossa taxa de ocupação média é de 48% e em Espanha é de 57%. Temos ainda muito para trabalhar”.

Esta é uma das ideias-chave incluídas na “Estratégia Turismo 2027”, que vai ser apresentada a 24 de maio no Convento de Cristo, em Tomar. O plano deverá “ficar fechado até ao final do ano”, após “sessões temáticas que vão decorrer em todo o país para ouvir sugestões e ideias, por parte das regiões, associações e todo o sector em geral, sobre o que queremos para o destino Portugal nos próximos dez anos”, salienta.

Assumindo “a cultura como fator distintivo e o nosso património como bandeira na atração de turistas, que procuram cada vez mais coisas genuínas e diferentes”, a secretária de Estado lembra que “estudos de operadores turísticos internacionais põem Portugal em primeiro lugar em paisagens naturais e também na singularidade do destino, o que significa que temos potencial para aproveitar estes ativos e estruturar produtos que os transformem em experiências”.

Leia mais na edição de 21 de maio do Expresso