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Exposição mediática gera retorno de até €117 milhões aos patrocinadores da seleção no Euro 2016

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MIGUEL A. LOPES / Lusa

Presença do Continente, da Sagres, do MEO, da Galp e do Novo Banco na comunicação social a “reboque” da participação da seleção nacional no Euro 2016 deverá gerar um retorno de €70 milhões para estas marcas só nas semanas que antecedem o início da competição.

O retorno mediático obtido pelo conjunto dos patrocinadores oficiais da seleção portuguesa de futebol até ao final do Euro2016 poderá atingir um valor máximo de 117 milhões de euros.

A estimativa é avançada pela empresa de análise mediática Cision, com base na exposição que as marcas Continente, Sagres, MEO, Galp e Novo Banco terão na comunicação social através da sua presença, associada à seleção, em formatos não pagos, como equipamentos, logos em conferências de imprensa ou placards publicitários nos treinos.

De acordo com os dados da Cision – que teve como base da sua estimativa a exposição mediática gerada pelo Euro 2012, Mundial 2010, Euro 2008, Mundial 2006 e Euro 2004 - a maior parte do retorno será alcançado pela exposição gerada com acompanhamento mediático da seleção até ao início do Europeu: cerca de €70 milhões.

Esse valor será depois progressivamente ampliado, até aos 117 milhões, caso a Seleção se qualifique da fase de grupos para os oitavos de final e avance posteriormente até à final e consiga vencer a competição que se disputa a partir de 10 de junho em França.

A metodologia da Cision para esta estimativa quantifica o tempo ou o espaço de exposição que estes patrocinadores deverão ter na comunicação social em notícias, reportagens ou conferências de imprensa através da sua associação à seleção nacional. Posteriormente, essa exposição é avaliada ao custo das tabelas publicitárias de cada meio, ou seja, fazendo a equivalência ao que as marcas teriam de pagar para ter a mesma exposição através de inserções publicitárias nesses meios.