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Governo aposta em comboios e nos Metros

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Nuno Fox

Congeladas obras rodoviárias. Prioridade vai para a ferrovia e expansão dos Metros. Portos procuram fundos

Depois do túnel do Marão, quais são os próximos investimentos em infraestruturas? Quem procurar a resposta dada pelo Governo de António Costa a esta dúvida, encontra-a toda no “Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas — PETI3+”, criado no tempo do ex-secretário de Estado das Infraestruturas e Transportes, Sérgio Monteiro, resultante das conclusões do Grupo de Trabalho para as Infraestruturas de Elevado Valor Acrescentado (GTIEVA) na área dos transportes, agora ajustado ao horizonte 2016-2020.

Os atuais ministros do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques (o “superministro” do Governo de António Costa que tutela as redes rodoferroviárias), do Ambiente, José Matos Fernandes (que tutela os metros de Lisboa e do Porto) e do Mar, Ana Paula Vitorino (que tutela os portos) estabeleceram novas prioridades políticas, dando preponderância ao sector ferroviário.

Os projetos mais complexos de executar serão os portuários porque não têm verbas facilmente disponíveis para investir no alargamento dos portos, remetendo-se aos fundos destinados às melhorias de acessibilidades a projetos portuários. Essa será uma das razões pela qual a ministra Ana Paula Vitorino não divulga já o seu plano para os investimentos portuários.


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