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Bolsas. Ásia fecha no vermelho. Europa abre “mista”

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Com várias bolsas fechadas em virtude de ser feriado esta segunda-feira, a bolsa de Tóquio caiu mais de 3% e a bolsa de Milão lidera quedas na abertura no continente europeu. Preço do Brent caiu 2,6%

Jorge Nascimento Rodrigues

A Ásia Pacífico fechou no vermelho na primeira sessão de maio. Tóquio liderou esta segunda-feira as quedas na região, que, no entanto, esteve a meio gás, com feriados na China, Hong Kong e Taiwan.

Na Europa estão fechadas as praças financeiras de Londres e Moscovo, por ser feriado no Reino Unido e na Rússia, e o resto do velho continente abriu “misto”. Pelas 8h15 (hora de Portugal), o índice MIB da bolsa de Milão liderava as quedas, recuando 1,06%, e o índice Dax da bolsa de Frankfurt estava à frente nas subidas, avançando 0,3%. Em Lisboa, o índice PSI 20 estava em terreno negativo, mas sem tendência ainda definida, com a The Navigator Company (ex-grupo Portucel/Soporcel) a liderar as quedas, perdendo mais de 4%.

Na Ásia, o índice Nikkei 225, da bolsa de Tóquio, caiu 3,11%. Está no vermelho pela quinta sessão consecutiva, com os investidores desapontados com a inação do Banco do Japão em abril (só volta a reunir-se a 16 de junho) e com a valorização do iene face ao dólar de 4,5% desde a abertura no dia 28 de abril até ao fecho de hoje. Na sexta-feira passada esteve, a bolsa de Tóquio esteve encerrada em virtude de feriado, mas no dia anterior havia caído 3,61%.

O índice Kospi da bolsa de Seul perdeu 0,8% e o índice ASX 200 de Sidney recuou 0,18%. A bosa de Mumbai negoceia em terreno negativo.

O preço do barril de petróleo de Brent, a variedade europeia de referência internacional, fechou a cair 2,6% para os 46,88 dólares. Recorde-se que chegou a subir para 48,50 dólares, um máximo do ano, durante a sessão de sexta-feira. A volatilidade diária no preço do crude continua a marcar este mercado ao sabor das notícias acerca da posição dos principais protagonistas da iniciativa de Doha e sobre o quadro de dados fundamentais relativos ao excedente existente no mercado e a sua perspetiva de evolução.