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Luz verde para formar equipa e subir salários

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Alberto Frias

António Domingues recebeu €542 mil no BPI, em 2015. Muito longe dos €232 mil do presidente da Caixa

O próximo presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), António Domingues, teve luz verde do Ministério das Finanças para formar a equipa que vai gerir o banco público nos próximos três anos. E a garantia de que entre as remunerações dos administradores executivos da Caixa não haveria discrepâncias tão fortes como as que hoje existem. Ou seja, alguns administradores a ganharem cerca de €8600 brutos (como o vice-presidente executivo Nuno Fernandes Thomaz) e outros a ganharem entre €11.000 e €13.400. Isto além de ter assegurado que deixaria de ser aplicado o estatuto de gestor público aos administradores executivos da Caixa, como acontece desde 2011. Isto porque de outra forma António Domingues, que nos últimos anos foi vice-presidente executivo do BPI, estaria fortemente condicionado a formar equipa.

Desde a entrada da troika em Portugal, em 2011, que os administradores do banco público obedecem ao estatuto de gestor público que define o salário do primeiro-ministro como patamar máximo de remuneração. Mas há um regime de exceção que permite que possam receber uma remuneração igual à média dos últimos três anos, no caso de atuarem em sectores onde há concorrência, como é o caso da banca.


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