Siga-nos

Perfil

Economia

Economia

JP vai vender 700 mil computadores no Quénia

  • 333

Jorge e João Paulo Sá Couto na fábrica de computadores da JP-IK em Matosinhos

Rui Duarte Silva

Fabricante do Magalhães ganhou contrato de €150 milhões para fornecer portáteis e equipar 13.500 escolas do país africano até 2017

João Ramos

João Ramos

Jornalista

A JP — Inspiring Knowledge (JP-IK), a empresa dos irmãos Jorge e João Paulo Sá Couto, voltou a derrotar grandes fabricantes mundiais de computadores onde se contavam nomes sonantes como a Lenovo, Huawei e HP. Desta vez a empresa portuguesa, que até há pouco era conhecida por JP Sá Couto, ganhou um grande concurso lançado pelo Governo do Quénia para a alfabetização digital das escolas primárias públicas deste país da África Oriental.

Uma vitória que vem na sequência de outros negócios semelhantes conseguidos anteriormente pela empresa lusa nos sistemas de ensino de países da América Latina (Venezuela, Bolívia, El Salvador e México).

No Quénia, a JP-IK apresentou-se a concurso em 2015 em parceria com a Universidade de Moi da cidade queniana de Eldoret, e foi a grande vencedora de dois dos três lotes em que foi dividido o país. Até ao final do contrato, em março de 2017, o consórcio liderado pela empresa portuguesa vai fornecer 695 mil computadores portáteis (uma versão atualizada do Magalhães) a alunos quenianos, irá digitalizar 13.500 salas de aula de escolas primárias públicas (de um total de 22 mil) e assegurar a formação de 33 mil professores em tecnologias de informação.

Leia mais na edição deste fim de semana