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‘Febre’ da Web Summit contagia turismo criativo

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Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, foi à Escola de Hotelaria de Faro partilhar experiências com os empreendedores do programa Tourism Creative Factory

Marcos Borga

Alunos das escolas de turismo desafiados a apresentar ideias de startups a investidores

É uma ‘revolução’ na rede pública de escolas de hotelaria e turismo, onde os alunos foram desafiados a desenvolver ideias para criar novas empresas no âmbito do Tourism Creative Factory, programa do Turismo de Portugal que nasceu com os olhos postos na conferência Web Summit, que se realiza em novembro. Nesta fase inicial, foram selecionados 16 projetos, que vão ser amadurecidos nas próximas oito semanas para serem apresentados a investidores, numa iniciativa ao estilo Shark Tank.

“A ideia é tornar as escolas em fábricas de turismo criativo, onde se desenvolvem e testam produtos, atraindo talento de todo o país e trazendo ao mercado bons produtos”, resume Miguel Gonçalves, coordenador do programa. “Ajudamos a definir um caminho e, a partir, daí os projetos começarão a andar fora da fábrica”.

Os projetos já identificados estão a ser acompanhados por especialistas na definição da marca, logótipo, plano de negócios ou alternativas de financiamento. O presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, foi à escola do Algarve partilhar experiências com os empreendedores e adiantou que algumas destas microempresas poderão vir a juntar-se aos ‘tubarões’ em futuras missões empresariais. “Estamos a preparar um programa em que, a par de grandes empresas, a ideia é levar também startups a feiras internacionais”, avançou.


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