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Uber paga €8,7 milhões para arquivar queixa

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Spencer Platt/Getty Images

A ação judicial corria na Califórnia e empresa era acusada de enganar os clientes sobre o rigor dos controlos dos antecedentes dos motoristas

O serviço de transporte privado Uber aceitou na quinta-feira pagar 10 milhões de dólares (cerca de 8,7 milhões de euros) para arquivar uma queixa na Califórnia, Estados, em que era acusada de enganar o público sobre o rigor dos controlos dos antecedentes dos motoristas.

Os procuradores de São Francisco e de Los Angeles arquivaram a queixa inicial, de 2014, em que a empresa estava também acusada de operar sem autorização nos aeroportos.

No âmbito da queixa, em 2015 foi apresentada uma lista de 25 pessoas descobertas ao volante da Uber, apesar de sentenças judiciais.

Entre estes condutores, condenados por terem apanhado ilegalmente passageiros no aeroporto ou na rua, figura igualmente um homem que passou 26 anos na prisão por homicídio e pedófilos.

O acordo, que foi validado pela justiça, prevê o pagamento de 8,7 milhões de euros dentro de 60 dias pela Uber.

A queixa indicava que os métodos de controlo empregues pela empresa eram bastante menos confiáveis do que os utilizados para os motoristas de táxis tradicionais nas grandes cidades da Califórnia, em particular a falha em assegurar a identidade real do aspirante a motorista em verificar as suas impressões digitais.