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Mota-Engil ganha obras de €265 milhões e estreia-se no Chile, Paraguai e República Dominicana

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O conglomerado da família Mota reforça carteira de obras na América Latina e estreia-se em três novos mercados

A Mota-Engil anunciou esta terça-feira que ganhou novos contratos no Chile, República Dominicana e Paraguai, três mercados da América Latina que estavam sob escrutínio. As novas adjudicações nesta geografia valem 265 milhões e euros.

O conglomerado da família Mota alarga para sete o número de mercados da América Latina em que opera.

Porto no Chile e casas na República

No Chile, onde tem um escritório de representação comercial para acompanhar as maiores empresas mineiras, a Mota-Engil ganhou o primeiro contrato para reparação no porto de Antofagasta, a segunda região do país e a maior produtora de cobre do mundo.O contrato vale, ao câmbio atual, 5,8 milhões de euros.

Quanto à República Dominicana, a Mota-Engil anunciou que participará no projeto de construção da Ciudad Juan Bosch. O grupo português assegurou a construção de 1704 apartamentos de baixo custo, num valor de 41,8 milhões de euros. O prazo de execução é ano e meio.

Ainda na República, a empresa está “a avaliar a possibilidade de intervenção no negócio dos resíduos, sendo o know-how da EGF uma vantagem competitiva assinalável para o posicionamento neste mercado”, refere a Mota-Engil.

Transportes no Paraguai

No Paraguai, o negócio traduz-se num contrato com o Ministério de Obras Publicas e Comunicações para a conceção e construção do sistema de transporte público de passageiros do sistema de transporte público entre as cidades de Asunción y San Lorenzo.

Este “projeto emblemático para a cidade de Asunción, para o Estado paraguaio e a Mota-Engil” terá um valor de 45,6 milhões de euros e um prazo de execução de 22 meses. A estreia reforça a ambição da Mota-Engil de “avaliar outros projetos similares” neste meracdo.

Já no México, o conglomerado vai construir um troço rodoviário de 13 km na estrada entre as cidades de Compostela e Las Varas, no Estado de Nayarit, por 30,8 milhões de euros.

No Peru, obteve um conjunto diverso de novos contratos na manutenção de vias rodoviárias, trabalhos de mineração e fundações para gasodutos num valor total de 135 milhões de euros. E no Brasil reforçou a sua carteira com as obras de drenagem e terraplanagem no valor de 5,7 milhões.