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"Danos de alcance imprevisível" obrigava a que fosse aplicada a resolução ao Banif até 2015

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O governador do Banco de Portugal explicou aos deputados que a entrada em vigora das novas regras de resolução em 2016 pressionou a decisão de resolver o Banif a 20 de dezembro de 2015, adiar o processo poderia ter "danos de alcance imprevisível para a estabilidade financeira nacional"

Carlos Costa explicou na comissão parlamentar de inquérito que na ausência de uma resolução para o Banif até ao final de 2015 "era provável a liquidação ou a resolução" com base nas novas regras e nesse âmbito não estariam salvaguardados os depósitos acima dos 100 mil euros.

"A resolução em 2016 implicaria um bail in extensivo que abrangeria os depósitos não protegidos, o que seria um facto da maior relevância do ponto de vista da confiança dos depositantes, com risco de contágio a todos os de mais bancos do sistema", disse aos deputados.