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Administração da Sonae ganhou menos 24% no ano passado

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Paulo Azevedo, CEO da Sonae

LUCILIA MONTEIRO

Remunerações dos administradores da Sonae somaram 1,9 milhões de euros em 2015, sendo a queda face a 2014 explicada pela descida dos rendimentos de Paulo e Belmiro Azevedo

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

O valor global das remunerações do conselho de administração da Sonae SGPS caiu 24% em 2015, cifrando-se em 1,94 milhões de euros, incluindo administradores executivos e não executivos. O valor compara com os 2,56 milhões de euros auferidos em 2014.

Para a descida contribuiu a menor remuneração da família Azevedo. O presidente executivo da Sonae, Paulo Azevedo, viu os seus rendimentos brutos cair de 1,27 milhões de euros em 2014 para 886 mil euros em 2015. Já Belmiro Azevedo, que não tem funções executivas, recebeu 145 mil euros em 2015 em vez dos 436 mil euros de 2014, um corte que se explica pelo facto de Belmiro ter cessado funções a 30 de abril de 2015.

Já Ângelo Paupério, outro dos executivos de topo da Sonae, teve um aumento remuneratório, passando de 629 mil euros em 2014 para 658 mil euros em 2015.

Nos 1,9 milhões de euros das remunerações da administração da Sonae incluem-se 1,03 milhões de remunerações fixas, 455 mil euros de prémios de curto prazo e outros 455 mil euros de prémios de médio prazo (com diferimento do pagamento por três anos).