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White Airways com resultados positivos de 4 milhões de euros

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Companhia aérea que irá operar a ponte aérea Porto-Lisboa a partir de 27 de março encerrou 2015 com resultados positivos de 4 milhões de euros antes de impostos e uma faturação de 42,2 milhões

A White Airways encerrou 2015 com resultados positivos de 4 milhões de euros antes de impostos e uma faturação de 42,2 milhões de euros, anunciou a companhia aérea que irá operar a ponte aérea Porto-Lisboa a partir de 27 de março.


"É o resultado de um trabalho que, ao longo de 10 anos, permitiu tornar uma empresa com um só avião numa companhia que operou em 2015 com nove", afirma o presidente do Conselho de Administração da companhia, José Miguel Costa, citado num comunicado.
Com a faturação dividida entre ligações regulares, o mercado 'charter' (voos fretados) e a aviação executiva, a WhiteAirways - companhia aérea portuguesa fundada em 2005 e pertencente ao grupo Omni Aviation SGPS - obteve no ano passado 61% das receitas fora do mercado europeu, 38% no mercado intracomunitário e 1% no mercado nacional.

No mercado intra-União Europeia, a companhia diz ter apostado no desenvolvimento da operação para vários destinos europeus.
Já no mercado fora da Europa, a faturação foi obtida no mercado 'charter', na aviação executiva e na prestação de serviços à companhia de aviação da Guiné Equatorial CEIBA Intercontinental, para a qual a White assegura uma ligação regular a Madrid, além de voos 'charter' e assessoria técnica.

Atualmente a frota da White é constituída por três Airbus 319 e dois ATR 42-600, pelos Airbus 320 e 310 que trabalham sobretudo no mercado 'charter' e pelos Boeing 737 e 777 que se dividem entre o mercado 'charter' e os voos por conta da CEIBA.
Com o objetivo de garantir uma maior qualidade dos serviços aos passageiros do norte do país, a White - que vai fazer para a TAP a ponte aérea Lisboa-Porto - montou uma nova base no Aeroporto Francisco Sá Carneiro e pretende, ao longo de 2016, contratar um total de 120 novos funcionários naquela região.
Dado o aumento de procura mundial de voos ACMI/Wetlease (voos "chave na mão" em que a companhia fornece aviões, tripulação, manutenção e seguros), a WhiteAirways diz estar ainda "a avaliar a integração nas suas operações" de um novo Boeing 767 e de um Airbus 340 que substitua o 310 que tem ao serviço.


"Estamos a fazer tudo para que o nosso volume de negócios continue a aumentar de forma sustentada", afirma José Miguel Costa.