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Empresa portuguesa Tekever ajuda a desviar rota de asteroide

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Pedro Sinogas, CEO da Tekever, com a tecnologia Gamalink

D.R.

A tecnológica portuguesa Tekever vai participar no projeto da ESA que visa mudar a rota de um asteroide em 2020

João Ramos

João Ramos

Jornalista


Os cientistas da ESA — Agência Espacial Europeia e da NASA (agência americana de espaço e aeronáutica) estão a desenvolver um projeto que visa enviar sondas em 2020 para mudar a rota de um corpo celeste. A missão, batizada de AIDA (Asteroid Impact & Deflection Assessment, ou avaliação do impacto e desvio de asteroide), vai tentar mudar a trajetória do asteroide Didymos que tem 750 metros de comprimentos e um outro corpo celeste mais pequeno (o Didymoon de 160 metros), uma espécie de lua que o orbita.


A NASA encarrega-se de enviar uma sonda projétil, a DART (Double Asteroid Redirection Test, ou teste de redirecionamento de duplo asteroide), com cerca de 300 quilos que irá colidir com o Didymoon em 2022, enquanto as quatro sondas lançadas pela ESA terão como missão observar o impacto e enviar para a Terra as consequências do acontecimento.


O objetivo da iniciativa é testar a técnica AIM — Asteroid Impact Mission, que no futuro poderá salvar o planeta Terra de um impacto. Uma missão que parece retirada de um livro de ficção científica mas que se propõe desviar a rota de um asteroide real como forma de teste. E no futuro, quem sabe, pode evitar o apocalipse semelhante ao que aconteceu há milhões de anos quando um meteorito colidiu com a Terra e provocou a extinção dos disnossáurios.


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