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Quer ser sócio da Amorim?

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Uma boa ideia chega para fazer sociedade com a maior corticeira mundial. É o caso dos novos chinelos AsPortuguesas que acabam de chegar ao mercado

Tem uma ideia inovadora para a cortiça mas precisa de um parceiro para desenvolver o produto e testar o plano de negócios? Tem um produto inovador em cortiça mas precisa de um parceiro para fazer crescer o seu negócio e aceder a novos mercados? São projetos e empreendedores como estes, propondo abordagens inéditas para a cortiça, que a corticeira Amorim promete apoiar já a partir da próxima segunda-feira, 21 de março, quando abrir o novo período de candidaturas para incubação de projetos e acesso ao capital de risco da Amorim Cork Ventures.

Sendo a primeira incubadora e capital de risco dedicada exclusivamente a negócios com cortiça, a Amorim Cork Ventures já se orgulha de apoiar empreendedores com negócios concretos, mas também quem se apresenta apenas com um produto ou somente uma ideia. Desde 2014, abriu três concursos, analisou mais de 190 projetos de 13 países e investiu acima de meio milhão de euros na incubação de 12 projetos e na constituição de cinco novas startups.

O Expresso teve acesso ao primeiro produto que a líder mundial da cortiça está a lançar no mercado em parceria com um destes empreendedores, o arquiteto Pedro Abrantes. Estes chinelos flip-flop com base em cortiça chamam-se AsPortuguesas, custam entre €26,90 e €39,90, e podem ser comprados em http://www.asportuguesas.shoes/.

Além de AsPortuguesas, a Amorim Cork Ventures já apoiou a criação de outras duas startups com novos produtos para lançar na área dos têxteis de decoração e da injeção de compósitos de cortiça em polímeros. Também prepara a constituição de outras duas startups com produtos distintos para o mercado da saúde e do bem-estar. Acompanha ainda outros doze projetos em incubação que, numa fase ainda embrionária, se propõe tirar partido da versatilidade, suavidade, conforto, leveza da cortiça ou do facto de esta matéria-prima ser amiga do ambiente e um isolante térmico ou acústico para criar novas aplicações e oportunidades de negócio. Os sectores, tão díspares quanto inesperados, têm em comum uma proposta de valor para a cortiça e a aposta nos mercados externos.

Muito mais do que dinheiro

Todas as informações sobre a convocatória que arranca a 21 de março e termina em Lisboa a 4 de julho estão no sítio www.amorim.com/corkventures. Para estrear uma iniciativa do género fora de Portugal, a Amorim Cork Ventures encontra-se a estudar mercados e parceiros potenciais.

Há dois tipos de apoio que a mais recente empresa do grupo Amorim pode prestar aos novos empreendedores da cortiça. Através da incubação de projetos, presta apoio técnico e financeiro para acelerar a aquisição de conhecimento e de condições para arrancar o negócio, tais como a definir o modelo de negócio, obter o protótipo funcional ou testar a recetividade do mercado. Através do capital de risco, aposta na criação de novas sociedades (startups) com os empreendedores, onde surge como sócio minoritário apesar de ser o principal investidor.

Para o criador de AsPortuguesas, esta é uma oportunidade de desenvolver um produto de alta qualidade com um parceiro que, pelo seu know-how e força de distribuição, pode potenciar o seu negócio com sucesso. “Ter como sócio uma empresa da dimensão da Amorim é uma mais-valia, desde logo ao nível do desenvolvimento do produto — com um acesso privilegiado à I&D do grupo — mas também ao nível de outras áreas críticas”, explica o arquiteto e empreendedor Pedro Abrantes. Além do apoio ao nível administrativo, jurídico, da comunicação ou dos transportes, conta com o apoio diário de gestores experientes na operacionalização e gestão do negócio.