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Bolsa no verde, com a Galp Energia a liderar

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A companhia petrolífera lidera os ganhos, depois de ter anunciado esta semana que vai investir 5,5 mil milhões de euros, sobretudo na exploração e produção de petróleo

A Bolsa de Lisboa abriu a sessão desta quinta-feira em terreno positivo, a subor 0,24%. Uma hora depois, pelas 9 horas, já tocava nos 1,59%, com apenas duas cotadas no vermelho: a Jerónimo Martins, a cair 0,32%, e a Pharol a derrapar 3,87% - depois de ontem ter subido quase 27%, beneficiando das notícias vindas do Brasil, que dão conta que a Pharol estará em negociações com um fundo norte-americano e pode vir a vender a sua posição na brasileira Oi.

Já ontem, quarta-feira, o PSI-20, o principal índice bolsista de Lisboa, encerrou a subir 2,15%, num dia em que os mercados europeus de referência fecharam sem tendência definida. Já esta manhã, no resto da Europa, as bolsas estão a negociar em alta. E a bolsa de Xangai, principal praça financeira da China, fechou esta quinta-feira a subir 1,2%, enquanto Shenzhen, a segunda praça financeira do país, avançou 3,41%.

Em Portugal, das 17 cotadas do PSI-20, a Galp Energia é a que mais sobe, valorizando 5,08%, depois de um início de semana otimista, com a pretolífera a anunciar que irá investir globalmente 5,5 mil milhões de euros ao longo dos próximos cinco anos, com 85% desse montante a concentrar-se no negócio de exploração e produção de petróleo. A companhia portuguesa avançou também que irá iniciar ainda este verão prospeção de petróleo ao largo de Sines.

Já o BPI está a ter uma sessão mais morna do que a de ontem, quando as suas ações subiram 5%, animadas pela notícia de que os principais pontos do acordo entre Isabel dos Santos e o espanhol La Caixa estão fechado para a compra da posição da empresária angolana no banco português. A solução para a redução da exposição do BPI ao Banco de Fomento Angola (BFA), imposta pelo Banco Central Europeu, passa pela compra da posição de 18,6% de Isabel dos Santos no BPI pelo La Caixa, e a venda à empresária angola da posição de controlo do banco português (49,9%) no BFA.