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Bolsas europeias em baixa

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Investidores preocupados com a descida do preço do petróleo, apesar dos mercados asiáticos terem fechado em alta.

As principais bolsas europeias estavam hoje de manhã em baixa, com os investidores preocupados com a descida do preço do petróleo e apesar dos mercados asiáticos terem fechado em alta.


Cerca das 9h20 em Lisboa, o EuroStoxx 50, índice que representa as principais empresas da zona euro, estava a cair 0,39% para 3.010,37 pontos.
As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt estavam negativas, a caírem 0,24%, 0,41% e 0,20%, respetivamente, enquanto as de Madrid e Milão estavam a recuar 0,37% e 0,05%.


Depois de ter aberto em baixa, a bolsa de Lisboa mantinha a tendência e, cerca das 9h20, o principal índice, o PSI20, estava a desvalorizar-se 0,08% para 4.840,88 pontos, depois de ter descido a 11 de fevereiro para 4.460,63 pontos, um mínimo desde julho de 2012.


Em Nova Iorque, Wall Street terminou em alta na quarta-feira, com o Dow Jones a subir 0,20% para 16.899,32 pontos, depois de ter subido a 19 de maio passado até aos 18.312,39 pontos, o atual máximo de sempre desde que foi criado.


Ao nível cambial, o euro abriu hoje em alta no mercado de divisas de Frankfurt, a cotar-se a 1,0860 dólares, contra 1,0828 dólares na quarta-feira. O Banco Central Europeu (BCE) fixou na quarta-feira o câmbio de referência da divisa europeia em 1,0856 dólares.


Entretanto, a bolsa de Xangai, principal indicador dos mercados chineses, terminou hoje a subir 0,36%, bem como a bolsa de Tóquio, onde o Nikkei terminou com um ganho de 1%.


Com o preço do petróleo em baixa, em cerca de 36,7 dólares, a Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) assegurou ontem, quarta-feira, que a economia do país continua a mostrar um crescimento "moderado", mas oferece uma imagem irregular com o consumo em alta e a atividade industrial em plano.


Na quarta-feira, o presidente do BCE, Mario Draghi, disse numa carta enviada a um eurodeputado espanhol que o Conselho de Governadores vai rever e reconsiderar os atuais estímulos monetários na próxima reunião de 10 de março.


Esta revisão da política monetária ocorre num contexto em que a incerteza sobre a evolução dos países emergentes, juntamente com a volatilidade nos mercados financeiros e no de matérias-primas, aumentam os riscos sobre o crescimento mundial, adiantou Draghi na carta.