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Rescisões vão avançar no Novo Banco

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Alberto Frias

Questionado sobre se o Novo Banco equaciona avançar com cortes nos salários dos trabalhadores, Stock da Cunha diz apenas que estão a abordar alguns trabalhadores e que vão reunir se com os sindicatos

O Novo Banco está a negociar desde janeiro a saída de trabalhadores mas os sindicatos vão ser abordados pela equipa de Eduardo Stock da Cunha antes de ser anunciado o plano de reestruturação da rede.

O presidente do banco Eduardo Stock da Cunha não quis adiantar quantos trabalhadores vão sair nem quantas agências poderão fechar no âmbito do plano de reestruturação apresentado na Direção Geral da Concorrência (DGCom). Até agora saíram 411 trabalhadores e foram fechadas 40 agências. "Estamos a abordar alguns trabalhadores e a negociar as suas saídas por acordo", referiu Stock da Cunha na conferência de imprensa onde foram anunciados prejuízos de 980,6 milhões de euros.

Questionado sobre se o Novo Banco poderia seguir a mesma estratégia do BCP que cortou provisoriamente os salários dos seus quadros , Stock da Cunha não abriu o jogo. "A seu tempo, depois de conversarmos com os sindicatos irá saber se qual o plano de emagrecimento", referiu. Para já , adiantou "é o que temos para dizer".