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Wall Street abre a subir 1%. Europa está “mista”

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Os índices bolsistas em Nova Iorque abriram no verde. Na Europa, sucedem-se as reviravoltas. Frankfurt e Zurique estão no vermelho. Milão e Londres em terreno positivo. Lisboa, Madrid e Paris oscilam. Preço do Brent desce para 33 dólares

Jorge Nascimento Rodrigues

As bolsas de Nova Iorque abriram em terreno positivo. Na Europa, as reviravoltas sucedem-se ao longo da sessão.

Em Wall Street, os índices Dow Jones 30 e S&P 500 estão a negociar, na abertura, acima de 1% e no Nasdaq, a bolsa das tecnológicas, o índice composto sobe mais de 1,5%.

Na Europa, as bolsas abriram esta segunda-feira no verde, passaram ao vermelho a meio da manhã, e estão, agora, “mistas”, com os índices Dax de Frankfurt e SMI de Zuirique a perderem 0,7%, e os principais índices de Amesterdão, Madrid, Lisboa e Paris a oscilarem entre o positivo e o negativo. Em terreno positivo tem-se mantido o índice FTSE 100 de Londres. O índice Eurostoxx 50 (das cinquenta principais cotadas da zona euro) está em terreno negativo com seis empresas alemãs – E.On, VW, Bayer, Basf, Daimler e Deutsche Banke - duas francesas – Air Liquide e Louis Vuitton - a liderarem as quedas do dia.

O preço do barril de petróleo de Brent fechou a sessão asiática a subir para 35,31 dólares, animado pela revelação de uma reunião em Doha entre alguns membros da OPEP (Arábia Saudita, Qatar e Venezuela) e a Rússia (segundo maior produtor mundial), para depois começar a descer na sessão europeia, cotando-se, agora, na abertura da sessão nova-iorquina, em 33,48 dólares, uma descida de 1,6% em relação ao preço de fecho de segunda-feira. O preço do barril já registou esta terça-feira uma variação entre um mínimo de 33,1 e um máximo de 35,54 dólares. A proposta saída da reunião de Doha de um “congelamento” da produção diária no nível de janeiro, se outros do cartel aderirem, desapontou. Amanhã decorrem negociações em Teerão com o Irão e o Iraque anunciou o ministro dos Petróleos da Venezuela. Entretanto, a consultora Deloitte revelou que 1/3 das 500 empresas petrolíferas cotadas analisadas estão em risco de bancarrota.