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Disputa de bola entre Meo e NOS agita o mercado televisivo

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Numa retaliação, a PT cortou o Porto Canal à NOS. Negócios com os clubes prometem novas guerras

O futebol tornou-se fulcral na estratégia dos operadores de telecomunicações para as ofertas de televisão paga. E a guerra entre os dois principais operadores do mercado, a Meo, da PT Portugal, e a NOS (Sonaecom/Isabel dos Santos), está ao rubro e assim promete continuar. A suspensão pela PT da emissão do Porto Canal na plataforma da NOS, na passada quinta-feira — decisão unilateral e inédita —, é apenas um episódio demonstrativo do que pode estar para vir.

A entrada de um novo ator no mercado, a Altice — detentora da PT Portugal — veio alterar as regras do jogo. A disputa pelo acesso a conteúdos subiu de tom, nomeadamente naqueles que são mais decisivos para garantir a adesão dos consumidores aos pacotes de TV paga. Com o futebol à cabeça: o interesse da Altice em comprar direitos de televisão dos clubes — que até à data eram um exclusivo da NOS e de Joaquim Oliveira, sócios na Sport TV — fez abanar o mercado. A PT passou ao ataque direto, iniciando as negociações com os clubes, a NOS reagiu e também avançou. Sucederam-se negócios ‘milionários’.

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