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A. Silva & Silva deve €160 milhões à banca

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O grupo CGD, presidido por José de Matos, tem uma exposição 
de €85 milhões à A. Silva & Silva

Paulo Alexandrino

Sociedade imobiliária negoceia com os credores para ganhar tempo

O universo da Caixa Geral de Depósitos (CGD), entre empréstimos e suprimentos, tem uma exposição de €85 milhões à A. Silva & Silva — Imobiliário e Serviços (AS&S), uma sociedade que no âmbito de um novo Processo Especial de Revitalização (PER) que corre no tribunal do Barreiro pretende mais tempo e melhores condições para pagar aos credores bancários.

As dívidas somam €211 milhões, surgindo a CGD e BCP (€46 milhões) como os líderes de um pelotão que integra todos os grandes bancos, a quem o grupo deve €160 milhões. A negociação “não incluirá perdão de dívida nem de juros e surge pela necessidade de renovar o PER anterior, homologado em 2013, que entretanto, expirara”, refere José Augusto Tavares da Silva, presidente da AS&S.

Com este novo acordo, a sociedade “pretende ganhar mais três anos para liquidar os compromissos, acreditando na recuperação do mercado imobiliário, e negociar taxas de juros mais favoráveis”, acrescenta Tavares da Silva. O potencial dos projetos e ativos imobiliários em carteira deixam o empresário “numa posição confortável”.

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