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Inscrições para o Primus Inter Pares terminam a 15 de fevereiro

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António Vieira Monteiro, presidente do Banco Santander Totta, Carolina Monteiro, vencedora da 12ª edição do PPIP, e Francisco Pinto Balsemão, presidente do Conselho de Administração do Grupo Impresa

Luís Coelho

Está a decorrer a 13ª edição do Prémio que descobre jovens promessas da Gestão. Candidaturas podem ser feitas através do portal www.primusinterpares.universia.pt

As inscrições para a 13ª edição do Prémio Primus Inter Pares (PPIP) terminam a 15 de fevereiro. A iniciativa do Expresso e do Banco Santander Totta, cujo objetivo é contribuir para a excelência na liderança das empresas, está a receber as candidaturas que podem ser formalizadas e estão disponíveis em www.primusinterpares.universia.pt, onde também figura o regulamento do prémio.

Há 13 anos que o PPIP procura encontrar jovens promessas da gestão e são várias as condições exigidas, numa competição que pretende selecionar os melhores, entre os que são muito bons.

Em primeiro lugar é necessário ter nacionalidade portuguesa, não ter completado os 26 anos de idade, frequentar o último ano do mestrado no âmbito de uma licenciatura em Gestão de Empresas, Economia ou Engenharia e este grau deve ter sido concluído com uma classificação igual ou superior a 14 valores.

Na edição passada, o primeiro lugar foi atribuído a Carolina Monteiro, cuja vitória veio interromper um ciclo de vencedores no masculino. Formou-se em Gestão pelo ISCTE Business School e foi a melhor aluna, no seu ano, da licenciatura em Gestão e Engenharia Industrial e do mestrado em Sciences in Business Administration. Hoje, além do percurso académico brilhante, da consultoria e de outras experiências profissionais, tem também no currículo o PPIP.

O arranque do Primus Inter Pares foi em 2003/2004 e, então, Inês Bernardo levou para casa o troféu. Na edição seguinte, foi a vez de outra mulher brilhar: Raquel Seabra, que hoje integra o júri do prémio, ao lado de Francisco Pinto Balsemão, presidente do Conselho de Administração do Grupo Impresa (ao qual pertence o Expresso), de António Vieira Monteiro, presidente do Banco Santander Totta, de Estela Barbot, economista e gestora, e de António Vitorino, advogado. Nunca mais uma mulher tinha vencido até à edição passada, com Carolina Monteiro.

Ao todo, em 12 anos passaram mais de 900 concorrentes pelo Primus, alguns eliminados logo à partida, porque não cumpriam os requisitos, nomeadamente ao nível do desempenho académico. Na passada edição, foram 79 as inscrições. Houve mudanças ao longo dos anos no Prémio. Inicialmente desenhado para finalistas de Gestão, abriu-se mais tarde às licenciaturas em Economia e em Engenharia. Entretanto, veio o Processo de Bolonha, o que obrigou a mexer na estrutura do Prémio, passando a contemplar os alunos de mestrados nestas três licenciaturas.

Aos três primeiros lugares são pagas as propinas de um MBA (mestrado em Gestão) numa escola nacional ou internacional, tendo o primeiro e segundo classificados o direito de preferência pelos cursos disponíveis.