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2016, odisseia na economia global

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O preço do petróleo continua a bater mínimos e a complicar a vida aos países produtores

Jonathan Alcorn / Reuters

Economia mundial está a perder gás e tem vários riscos pela frente este ano. China, petróleo e política monetária americana baralham as contas

Pagar IVA é uma atividade normal na maioria dos países. Há taxas mais altas, outras mais baixas. Mas, em geral, todos pagam. Todos, ou quase todos. Até agora, os sauditas não pagavam impostos. Nem IVA nem IRS nem quaisquer impostos sobre o património. Numa economia que é a principal exportadora de petróleo e cujo produto interno bruto (PIB) depende em 50% deste bem, onde o Estado vai buscar quase 90% das receitas. Só que o petróleo teve uma queda a pique, e a austeridade também chegou à Península Arábica. Vai haver IVA à taxa de 5% para alguns bens. É apenas uma das ‘surpresas’ destes primeiros dias de 2016 na economia mundial, num ano que promete ser agitado.

O petróleo é uma má notícia para alguns países, mas é excelente para outros — como é o caso de Portugal, que é importador. O saldo para a economia global, diz o Fundo Monetário Internacional (FMI), até é positivo. Mas há outros fatores a pairar sobre a economia global este ano. A grande dor de cabeça é a China que cresceu no ano passado ao ritmo mais lento desde 1990 e deverá continuar a perder gás.

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