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Bolsas. China recupera, mas resto da Ásia fecha no vermelho

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As duas bolsas chinesas registaram ganhos esta quinta-feira, depois das perdas no dia anterior. Agora foi a vez do Japão empurrar a Ásia Pacífico para o vermelho, com quedas superiores a 2% em Tóquio. Preço do Brent fixou novo mínimo abaixo de 30 dólares durante a sessão asiática

Jorge Nascimento Rodrigues

As posições voltaram a trocar-se entre a China e o Japão. Esta quinta-feira foi a vez das duas bolsas chinesas subirem e de Tóquio cair mais de 2%. No dia anterior, fora o contrário, as bolsas chinesas recuaram mais de 2% e os dois principais índices japoneses subiram mais de 2,8%.

A volatilidade do índice Nikkei japonês subiu 14% na sessão desta quinta-feira. A queda na bolsa nipónica arrastou o resto da Ásia. Tóquio acabou por seguir a trajetória de quebra em Wall Street e no Nasdaq na quarta-feira, com o índice MSCI para os Estados Unidos a perder 2,54%, empurrando o índice mundial para o vermelho.

Durante a sessão asiática desta quinta-feira, o preço do barril de Brent fixou novo mínimo desde o início de fevereiro de 2004, cotando-se em 29,72 dólares. À hora de fecho das bolsas chinesas, o preço do Brent subia para 30,45 dólares, um aumento de 0,8% em relação ao fecho do dia anterior.

Na China, o índice composto de Xangai subiu 1,97%, depois de no dia anterior ter descido 2,4%. O índice composto de Shenzhen, a segunda bolsa chinesa, ganhou 3,81%, depois de ter caído 3,46% no dia anterior. O índice de referência CSI 300 (das trezentas principais cotadas nas duas bolsas) avançou 2,08%, depois de ontem ter recuado 1,9%.

Em Tóquio, o Nikkei 225 perdeu 2,68% e o TOPIX desceu 2,46%. Na bolsa de Sidney, o índice ASX 200 caiu 1,57%. O índice sul-coreano KOSPI recuou 0,85%, o índice geral de Taiwan perdeu 1,04%, e o Hang Seng, em Hong Kong, estava a negociar no vermelho.

  • As bolsas de Xangai e Shenzhen fecharam esta quarta-feira com quedas superiores a 2%. Mas Tóquio puxou pela Ásia com ganhos de quase 2,9%. Preço do Brent está a subir 1% depois de ter fixado na terça-feira um mínimo de quase 12 anos abaixo de 31 dólares