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Ásia fechou “mista”. Bolsas na China caem mais de 2%, Tóquio aguenta-se

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A três sessões do fecho do ano, Tóquio encerrou com ganhos, mas Xangai e Shenzhen registaram quedas superiores a 2%. Hong Kong, Seul e Taipé também fecharam no vermelho. No domingo “desapareceu” mais um dirigente empresarial na China

JOrge Nascimento Rodrigues

A Ásia Pacífico fechou “mista” esta segunda-feira, com a bolsa de Tóquio em terreno positivo face a quedas na China, Hong Kong, Seul e Taipé. A bolsa de Sidney esteve encerrada devido a um feriado em toda a Commonwealth (Austrália, Canadá, Nova Zelândia e Reino Unido). Os futuros em Frankfurt e em Wall Street estavam no vermelho.

Na bolsa de Tóquio, a terceira mais importante do mundo, os índices Nikkei 225 e Topix fecharam com ganhos de 0,56% e 0,86% respetivamente. A bolsa nipónica estará fechada dia 31.

Na China, as quedas foram superiores a 2%. O índice composto de Xangai encerrou a cair 2,59% e o índice similar para a bolsa de Shenzhen fechou a perder 2,18%. O índice CSI 300 (das trezentas principais cotadas nas duas bolsas) recuou 2,88% e o índice A50 (das cinquenta principais cotadas com ações do tipo A) caiu 2,87%. No caso da China, depois de uma semana em que as bolsas chinesas registaram um ganho de mais de 2%, a última semana do ano começa mal. As bolsas chinesas estarão abertas 29, 30 e 31 de dezembro.

No domingo ficou “incontactável” mais um alto dirigente empresarial chinês, o presidente da China Telecom. Segundo a Reuters somam mais de 70 os altos dirigentes de grandes empresas e entidades financeiras em investigação por alegada corrupção.

Os preços do barril de petróleo desceram no fecho da sessão asiática desta segunda-feira. Os preços do Brent e do WTI (a variedade norte-americana) registavam a mesma cotação, 37,66 dólares, pelas 7h (horas de Portugal), ainda acima dos mínimos do ano registados nas semanas anteriores.

  • Na sexta-feira apenas algumas bolsas na Ásia e nas economias emergentes estiveram abertas. A semana, com feriados e sessões de meio-dia, saldou-se por ganhos de 2,4% à escala mundial. Mas dezembro continua no vermelho, com perdas de 1,2%