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Eixo entre Santos e Santa Apolónia vai ser o novo Parque das Nações

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O edifício da EDP, ao fundo, veio revolucionar o mercado de escritórios. Já na habitação, brasileiros e franceses pagam “valores de frente-rio”

Alberto Frias

Projetos para construir edifícios de escritórios, hotéis e habitação de luxo multiplicam-se na zona-estrela de 2015

Marisa Antunes

Jornalista

O eixo ribeirinho de Lisboa entre Santos e Santa Apolónia ‘ganhou’ 35.000 m2 de novos edifícios de escritórios nos últimos dez anos. Cerca de 40% (13.900 m2) integram-se na área da nova sede da EDP, sendo que os restantes 60% não corresponderam a uma construção especulativa mas a projetos com arrendatários pré-contratualmente definidos”, conclui o estudo “O Dinamizar da Zona Ribeirinha”, da consultora Aguirre Newman.

A dinâmica que se gerou nesta zona da cidade, relegada durante décadas, foi a grande novidade do mercado de escritórios da capital em 2015.

À sede da EDP têm-se sucedido vários negócios como é, por exemplo, o edifício comprado pela Fidelidade Property à Administração do Porto de Lisboa, em frente ao futuro Terminal de Cruzeiros e que vai acolher a sede da Abreu Advogados, ou as duas aquisições fechadas também este ano pela Edge Group, de Pinto Basto, que serão também reconvertidas em escritórios.

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