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Ninguém quer ativos tóxicos do Banif

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Candidatos à compra do Banif pressionaram Governo e gestão para retirar do banco a carteira de crédito imobiliário considerada de ‘má qualidade’

Nuno Fox

Venda do banco entrou na reta final. Em modo acelerado e conturbado

Se durante meses a fio a venda do Banif não atou nem desatou, o que se passou nos últimos dias imprimiu uma velocidade alucinante a um processo que se arrisca a ter mais custos — significativos — para os contribuintes. Sobretudo depois de no passado domingo ter surgido uma notícia na TVI que apontava para o fecho iminente do banco — o que levou muitos clientes para os balcões, em especial na Madeira, com receio do pior e motivou um processo judicial contra a estação televisiva.

Perante a urgência de resolver este dossiê, que se arrastou por causa do colapso do BES, os interessados em comprar o Banif ganharam argumentos para pressionar as negociações. Desde logo não pretendem, ao que apurou o Expresso, ficar com os ativos tóxicos da carteira de crédito imobiliário do banco liderado por Jorge Tomé, que ascende a €1000 milhões.

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