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“O pior que podia acontecer era o colapso do Banif”

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ANTÓNIO COTRIM / Lusa

Presidente do Governo madeirense diz que tem uma garantia do primeiro-ministro que o tranquiliza. Banco tem origem na Madeira e nasceu da Caixa Económica do Funchal.

Marta Caires

Jornalista

O futuro do Banif subiu esta segunda-feira manhã à discussão na Assembleia Legislativa da Madeira, onde esta segunda-feira se debate o Orçamento regional para 2016.

Miguel Albuquerque fez um esclarecimento para tentar sossegar depositantes e acionistas. O líder madeirense explicou que a situação está a ser acompanhada pela sua equipa junto do Governo da República.

“Estamos a acompanhar a situação e ainda ontem o primeiro- ministro dissipou qualquer dúvida sobre a notícia, que considero especulativa. O que o primeiro-ministro me informou foi que está em curso o processo de alienação do capital do Banif em Bruxelas e ao nível nacional”, disse aos deputados. António Costa terá assegurado que tudo estará a ser feito para salvaguardar depositantes, acionistas e os clientes na diáspora.

O banco, como lembrou Miguel Albuquerque, tem muitos clientes na diáspora, sobretudo nos países com comunidades originárias da Madeira, e o pior que podia suceder, depois do que se passou com o BES, era o colapso do Banif. O banco tem também uma grande importância para economia da Madeira, onde tem muitos balcões e muitos depositantes.

O Banif tem origem na Madeira e nasceu da Caixa Económica do Funchal.

  • Banif diz que resolução não tem “sentido ou fundamento”

    No domingo à noite surgiram notícias a dar conta de que o Estado estuda a aplicação de uma medida de resolução na instituição financeira. A TVI24 noticiou que, “caso não se encontre um novo acionista durante esta semana" para o banco, este deverá ser sujeito a uma resolução que "separe a parte boa, os ativos saudáveis, da má, os ativos tóxicos”