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Marcas de luxo sem espaço para novas aberturas

Há vários edifícios a serem reabilitados na Avenida da Liberdade mas até lá vai escasseando a oferta

D.R.

Lojas querem concentrar-se na Avenida da Liberdade. Chineses e angolanos são os principais clientes

Existe interesse das grandes marcas de luxo para abrirem lojas em Lisboa (e mais recentemente também no Porto) mas os espaços atrativos escasseiam, levando-as a desistir de Portugal. 
 O estudo “Business Briefing Retalho de Luxo em Portugal”, da consultora Cushman&Wakefield (CW), divulgado esta semana, mostra que a área ocupada pelo sector de luxo nas ruas de Lisboa se encontra acima dos 20.000 m2 distribuídos por 81 lojas (representando este segmento 9% do total da oferta de retalho de rua concentrada no centro da capital).

Só nos últimos cinco anos abriram 37 marcas de luxo, sendo que 2013 foi o melhor ano de sempre: 12 novas lojas que ocuparam 4000 m2, e marcas tão mediáticas como a Cartier ou a Michael Kors. 
Uma série de fatores contribuíram para o sucesso desse ano. A lei do arrendamento aprovada no final de 2012 que veio flexibilizar o mercado e facilitar os despejos, o turismo que já dava sinais de crescimento exponencial e os preços baixos do imobiliário português em comparação com os praticados em outras capitais, entre outras razões, atraíram as marcas internacionais.

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