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IGF acusa CEO do banco de fomento

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José Figueiredo foi chamado a liderar o banco de fomento no final de 2014

Rui Duarte Silva

Salários de José Figueiredo envoltos em polémica. IGF diz que recebeu indevidamente milhares de euros. Gestor defende que tudo era do conhecimento público

Até chegar a presidente executivo da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), vulgo banco de fomento, José Figueiredo terá trabalhado e recebido milhares de euros “indevida e ilegalmente” como presidente do conselho de administração e da comissão executiva de quatro sociedades de garantia mútua privadas — Agrogarante, Garval, Lisgarante e Norgarante — enquanto gestor público da Sociedade Portuguesa de Garantia Mútua (SPGM).

Esse é o entendimento da Inspeção-Geral de Finanças (IGF) que consta num documento a que o Expresso teve acesso. José Figueiredo diz-se chocado e que está a contestar oficialmente o parecer que já chegou à Procuradoria-Geral da República. Afirma que a acumulação de funções nessas cinco entidades era tradição e que foi feita “em total transparência” e “por decisão unânime de todos os acionistas” que incluem além dos privados o Estado e são supervisionadas pelo Banco de Portugal.

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