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Prosegur denuncia ilegalidades no sector

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João Gaspar da Silva, responsável da Prosegur em Portugal

TIAGO MIRANDA

Falta de pagamentos à Segurança Social, excesso de horas de trabalho e fuga aos impostos são críticas ao sector feitas pela líder da segurança em Portugal

No sector das empresas de segurança em Portugal proliferam pequenas empresas, com “práticas de gestão muito informais, que não cumprem os horários legais de trabalho, não descontam para a Segurança Social, e provocam perdas de receitas ao fisco”. Além disso, os trabalhadores destas pequenas empresas “não têm a formação profissional técnica necessária”. A denúncia é feita por João Gaspar da Silva, gestor da Prosegur Portugal, líder do sector — segundo o ranking da DBK, que é a designação que a Informa D&B utiliza para os estudos sectoriais.

Gaspar da Silva vai direto ao assunto: “Neste sector há empresas em que os vigilantes são obrigados a trabalhar mais do que as 40 horas semanais legalmente previstas”, denuncia o gestor. Pior: diz que a “generalidade das empresas recorre ao trabalho não declarado, exige a prestação de muitas mais horas de trabalho aos funcionários, a quem não pagam as majorações devidas em trabalho suplementar”.

“Os pagamentos são feitos à margem das regras, tudo é informal, os vigilantes não estão sujeitos a descontos para a Segurança Social, nem para o IRS, resultando numa vantagem competitiva para essas empresas, do ponto de vista do custo de prestação desse serviço”, diz.

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