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Franceses vão construir residência sénior nos terrenos da Universidade Moderna

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Os terrenos da Moderna, em Belém, vão acolher franceses reformados, um mercado em crescendo em Portugal devido às benesses fiscais do regime do Residente Não Habitual

Alberto Frias

O projeto ocupa a área onde funcionava a reitoria e terá 30 apartamentos T1 e uma residência para idosos

Marisa Antunes

Jornalista

Os antigos edifícios pertencentes à Universidade Moderna (UM), localizados na zona de Belém, em Lisboa, estão em vias de ganhar vida nova. A autarquia de Lisboa aprovou o pedido de licenciamento da empresa imobiliária francesa SKTO para ali construir um complexo para seniores que abrange um edifício com 30 apartamentos de tipologia T1 e um outro edifício com capacidade para 40 quartos.

Sete anos (que se completaram em outubro) após a deliberação de Mariano Gago, então ministro da Ciência e do Ensino Superior, de mandar encerrar a universidade — por “falta de viabilidade económica, grave degradação institucional e incumprimento de requisitos de funcionamento nos denominados estabelecimentos de ensino superior” —, surgem assim novidades sobre o destino a dar ao edifício principal, onde funcionava a reitoria da universidade privada. Para além deste edificado que representava o bloco central, existem mais dois lotes independentes e contíguos — um referente ao antigo Polo de Artes que ali funcionou e um outro onde existe apenas um edifício, o pior em termos de estado de conservação.

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