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CGD - Vendas no exterior nas mãos de Costa

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A administração da CGD, presidida por José de Matos, fez uma reorganização da área internacional, e propôs a criação de uma holding para a agregar

Paulo Alexandrino

Vender até 49% das posições internacionais é solução para reforçar o capital, diz a gestão

Desde a entrada da troika em Portugal, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) já vendeu a quase totalidade dos seguros (85% da Fidelidade) e o negócio dos hospitais. Poderá agora, como sugeriu a administração liderada por José de Matos ao anterior governo, vender a investigadores privados até 49% das participações que a Caixa tem no exterior, e que poderiam ser agregadas numa holding? O tema está em cima da mesa e embora a administração do banco público não o confirme, a verdade é que o dossiê foi parar ao Ministério das Finanças. Agora é apresentado pela Caixa ao acionista como uma hipótese em aberto e como a conclusão de um processo de reestruturação das participações internacionais da Caixa, iniciado pela equipa de José de Matos assim que assumiu a liderança. A Caixa opera como banco em nove países — Espanha, Macau, Cabo Verde, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, África do Sul, Brasil e Timor — e tem sucursais em mais de 20. Em Angola e Moçambique tem a maioria do capital, nos restantes sete países tem 100%.

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