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Bolsas da Ásia fecham “mistas”. China continua a acumular ganhos

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A Bolsa de Tóquio conseguiu fechar acima da linha de água, mas Sidney, Seul, Taipé e Hong Kong fecharam no vermelho, digerido mal as palavras da presidente da Fed. A bolsa de Xangai fecha em alta pela quarta sessão consecutiva com expetativa de mais estímulos monetários do banco central em Pequim

Jorge Nascimento Rodrigues

A maioria das bolsas da Ásia fecharam esta quinta-feira no vermelho digerindo mal as palavras da presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed) proferidas na quarta-feira no Clube Económico de Washington. A presidente Janet Yellen, apesar de falar de cautela nas decisões, e de sublinhar que qualquer passo na reunião de 16 dezembro dependerá da análise dos dados económicos que entretanto forem divulgados, apontou para uma primeira subida das taxas de juro do banco central ainda este ano.

As exceções ao fecho em terreno negativo vieram de Tóquio e das bolsas chinesas. Os índices da bolsa de Tóquio conseguiram fechar acima da linha de água, com o Nikkei 225 a subir 0,01% e o TOPIX a ganhar 0,04%. Pela quarta sessão consecutiva, a bolsa de Xangai regista ganhos, depois do crash de mais de 5% ocorrido a 27 de novembro. O índice composto de Xangai subiu 1,35% e o índice similar de Shenzhen registou ganhos de 2,5%. O índice CSI 300 – das trezentas principais cotadas – avançou 0,73% e o A50 ganhou 0,48%.

Em Sidney, o índice ASX 200 perdeu 0,58% e em Seul o índice KOSPI recuou 0,76%, dois índices que estão em terreno negativo pela segunda sessão consecutiva. O índice da bolsa de Taiwan perdeu 0,02% e o índice Hang Seng, da Bolsa de Hong Kong, recuou 0,31%.

A sessão asiática fechou com o índice Bloomberg para as matérias-primas a ganhar 0,1%. O preço do barril de petróleo de Brent, durante a sessão asiática, subiu do mínimo do ano registado na quarta-feira, em 42,67 dólares (uma quebra de quase 4% em relação ao dia anterior), para 43,07 dólares.

  • As bolsas de Nova Iorque fecharam esta quarta-feira registando perdas. Na Europa, o fecho foi "misto", com as principais bolsas da Zona Euro a encerrarem no vermelho. Índices das matérias-primas em queda. Preço do barril de Brent aproxima-se de mínimo do ano