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Líder do Novo Banco quer que o próximo Governo mantenha Portugal como “pessoa de bem”

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Alberto Frias

Eduardo Stock da Cunha, um dos banqueiros ouvidos esta quarta-feira por Cavaco Silva, sublinha que Portugal deve manter o rumo da consolidação e “melhoria da posição externa”

O presidente do Novo Banco, Eduardo Stock da Cunha, defendeu à saída do Palácio de Belém que Portugal "vai ter de continuar a garantir junto dos mercados internacionais que honra os seus compromissos, que é uma pessoa de bem, e a que a trajetória que temos vindo a ter de consolidação de finanças públicas e de melhoria da nossa posição externa se mantém e não é interrompida".

O segundo de sete banqueiros recebidos esta quarta-feira pelo presidente da República afirma que Portugal deve manter a trajetória de "consolidação das finanças públicas" e de melhoria da posição externa".

Na segunda feira, Stock da Cunha foi um dos banqueiros, que almoçou com o líder do PS, António Costa, e Mário Centeno, coordenador do programa económico dos socialistas, como noticiou o Expresso. Os restantes foram os presidentes da CGD (José de Matos), do BCP, (Nuno Amado), do BPI (Fernando Ulrich) e José Carlos Sítima, administrador executivo do Santander Totta (em representação do presidente do banco, António Vieira Monteiro). No almoço com Costa e Centeno também esteve Fernando Faria de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB).